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  • Fiberligno

    Precision nutrition for the animal production Transforming nutrition, enhancing results. Transforming nutrition, enhancing results. Star Sobre About us Who We Are Fiberligno Precision Nutrition is a company that develops animal nutrition solutions, focusing on improving the intestinal and reproductive health of pigs and poultry. Our mission is to provide products that truly make a difference in the performance and well-being of animals, always based on innovation, quality and reliability. Commitment Quality: We work with excellent raw materials, ensuring the purity and safety of our products. Innovation: We continually invest in research and development to offer the best solutions in animal nutrition. Sustainability: We prioritize practices that promote animal health and environmental protection. Want to know more about our history and how we can help your production? Contact us and start optimizing your production today. Produtos PRODUCTS Specialized nutrition for pigs (sows and piglets) Sows Sows dietary fiber is formulated to promote satiety and improve digestive health in sows. Benefits include: Greater water intake, positively impacting MMA. Improves fecal consistency and prevents constipation. Optimization of reproductive performance. Layer Hens Optimizes the health of your commercial laying hens, promoting: Effective development of the muscular gizzard. Better protein digestion and healthy intestinal transit. Greater productivity and general well-being of birds. Broilers and Broiler Breeders They act on the development of the digestive tract of birds, improving reproductive and productive performance, with benefits such as: More developed gizzard and optimization of digestion. Balanced and healthy intestinal transit. Consistent results and high performance. Contact us to learn more about how our products can optimize your production. MATRIZES DE FRANGOS DE CORTE E FRANGOS DE CORTE Melhor desenvolvimento da moela, com aumento do tempo de retenção do alimento. Melhoria na degradação das proteínas. Aperfeiçoamento do peristaltismo no intestino delgado. Otimização do trânsito intestinal. GALINHAS POEDEIRAS Prolonga o tempo de retenção dos alimentos na moela. Otimiza o trânsito intestinal. Maior desenvolvimento da moela. Melhoria no peristaltismo do intestino delgado. Transforming nutrition, enhancing results. Fiberligno Precision Nutrition offers innovative solutions for the animal nutrition market, focusing on swine and poultry. With exclusive products based on high-quality dietary fibers, we guarantee effective nutrition that promotes the well-being and performance of your animals. Our benefits Mycotoxin-free products with high water retention capacity. Development of digestive and reproductive health, ensuring greater productivity. Precise and efficient nutrition, optimized for each stage of animal life. Discover the solutions that will transform your results. Contact FORMULÁRIO Nome* Sobrenome Email* Telefone Mensagem ENVIAR contato Leia nossos artigos Fibra alimentar de alta performance Acesse a matéria Nutrição de precisão para a produção animal Acesse a matéria Utilização de FiberLigno para Suínos Acesse a matéria Horário de atendimento: 08h00 às 17h00 - Seg. a Sex. Contatos: (42) 30901431 adm@fiberligno.com.br

  • Fiberligno

    Nutrição de Precisão Qualidade, inovação e sustentabilidade. Fibra insolúvel sem tratamento químico. Sem risco de micotoxinas. Alta capacidade de retenção de água. Evita a ascensão de patógenos no intestino. Com foco na saúde intestinal e reprodutiva, a Fiberligno oferece soluções seguras e de alto desempenho, priorizando o bem-estar animal e o cuidado com o meio ambiente. Transformando a nutrição. Potencializando resultados. MATRIZES SUÍNAS EM GESTAÇÃO Melhoria de consistência das fezes e diminuição da constipação. Maior ingestão de água, reduzindo a incidência de MMA Melhor desempenho reprodutivo. Maior saciedade e consequente redução do estresse. LEITÕES Efeito imunomodulador. Estímulo positivo no peristaltismo. Melhora na degradação proteica. Modificação da microbiota para redução de diarreias. Aumento na produção de ácido butírico e melhor desenvolvimento intestinal. SUÍNOS EM LACTAÇÃO Aumento da ingestão de água. Maior consumo de ração. Não reduz energia da ração como as fibras fermentáveis convencionais (farelo de trigo e casca de soja). Redução do estresse calórico. Aumento do peso ao desmame dos leitões. MATRIZES DE FRANGOS DE CORTE E FRANGOS DE CORTE Melhor desenvolvimento da moela. Aumento do tempo de retenção do alimento. Melhor degradação proteica. Aperfeiçoamento do peristaltismo no intestino delgado. Otimização do trânsito intestinal. GALINHAS POEDEIRAS Prolonga o tempo de retenção dos alimentos na moela. Otimiza o trânsito intestinal. Maior desenvolvimento da moela. Melhora peristaltismo no intestino delgado.

  • Utilização de FiberLigno para Suínos

    Utilização de FiberLigno para Suínos. Pode-se afirmar que a fibra está sendo “redescoberta” na nutrição de animais monogástricos pelos seus múltiplos benefícios. Em uma perspectiva de eficiência econômica, sustentabilidade e saúde, o manejo da fibra na alimentação de suínos constitui um novo desafio e, ao mesmo tempo, uma oportunidade para aproveitar os seus benefícios. O conceito que a fibra é essencial para a saúde intestinal, motilidade e bem-estar animal é cada vez mais aceito nos dias de hoje. Sendo assim, há dois aspectos sobre as fibras que precisam ser observados e devem ser acompanhados de perto, são eles a solubilidade e a fermentação. As fibras denominadas de “solúveis”, são aquelas que formam gel e portanto aumentam a viscosidade do bolo alimentar, como as gomas e pectinas, as quais promovem aumento do esvaziamento gástrico, bem como do tempo de passagem da digesta. Elas são parcialmente fermentáveis no intestino delgado e portanto aumentam o risco de patógenos. Já as fibras “insolúveis”, como lignina, celulose e hemiceloluse, que são em sua maior parte inertes, não são solúveis em água. Essas por sua vez, diminuem o tempo de passagem da digesta, diminuem a viscosidade da mesma e aumentam os movimentos peristálticos do intestino. Esse tipo de fibra pode ser inerte ou de baixa fermentação. O termo fibra alimentar descreve constituintes vegetais que não são degradados pelas enzimas de animais monogástricos e, portanto, passam pelo intestino delgado. Inicialmente precisamos distinguir fibras não fermentáveis de fibras fermentáveis. A fibra não fermentável melhora a taxa de passagem intestinal e evita a ascensão de patógenos no intestino grosso. Já a fibras fermentáveis, quando estão associadas as fibras não fermentáveis e insolúveis, são transportadas para o intestino grosso, onde serão utilizadas como substrato para bactérias saprófitas, as quais produzirão ácidos graxos voláteis (AGVs) como resultado final de seus processos metabólicos. As diferentes fontes de fibra influenciam aspectos chave da digestão, como por exemplo, o tempo de retenção dos alimentos no trato gastrointestinal. Estes estão condicionados, principalmente, a velocidade e frequência do esvaziamento gástrico e a eficiência das contrações peristálticas do intestino. Tradicionalmente, considera-se que a inclusão de fibra não digerível na dieta, aumenta a velocidade do trânsito. No entanto, alguns estudos não demonstram diferenças na velocidade do trânsito ou demonstram até reduções na velocidade do trânsito a nível de intestino grosso ao incluir fibra não digerível, o que sugere que estes efeitos podem depender do tipo de fibra, do seu nível de inclusão ou ainda de outros fatores. As fibras inertes não interferem na temperatura dos animais, pois tem baixo incremento calórico (energia perdida na forma de calor durante o processo de digestão e metabolismo). Além disso, possuem como característica, a alta capacidade de expansão através da absorção de água, resultando na saciedade dos animais e risco praticamente nulo de contaminação por micotoxinas. Em função disso, uma alternativa muito emergente na nutrição de animais não ruminantes é a lignocelulose, que é um concentrado de fibra bruta produzida a partir de diferentes partes de madeira fresca e descascada, as quais são transformadas em uma fibra funcional e que possui 100% de fibra insolúvel de alta qualidade e uma mistura de fibras fermentáveis e não fermentáveis. Estas fibras altamente concentradas, tem uma capacidade de ligação à água de até 800% e podem ajudar a cumprir a recomendação da fibra em alimentos para leitões, matrizes e cachaços. Isso resulta em 20% mais de consumo de água, devido ao fato de que a água ligada à lignocelulose está disponível no intestino grosso quando exposta à pressão osmótica (atua como uma esponja) e pode contribuir para uma melhor capacidade de absorção de água pelo animal. Dessa forma, o termo lignocelulose é o nome dado a um conjunto de macromoléculas orgânicas complexas constituídas muitas vezes de pectinas, ligninas, hemiceloluse e celuloses, as quais podem estar ligadas ou não entre si. Portanto, ela não pode ser definida como uma substância química única, mas sim uma classe de materiais correlatos, pois apresentam estruturas altament complexas e de composição variável. Contudo, são constituídas apenas de carbono, hidrogênio e oxigênio, os quais formam polímeros naturais. A lignocelulose faz parte da estrutura de resistência da planta, ou seja da parte fibrosa. A estratégia de utilização de fibras insolúveis durante a fase reprodutiva de fêmeas suínas, pode trazer inúmeros benefícios e grandes ganhos à suinocultura brasileira. Fibra na Gestação de Suínos Fêmeas suínas em gestação, normalmente estão sob um volume restrito de alimentação, sofrendo estresse devido a luta por espaço no comedouro, estresse esse que se soma ao estresse calórico de fonte ambiental e ao estresse interno devido ao calor gerado durante o processo de fermentação de fibras solúveis. Como exemplos de fibras solúveis podemos citar a polpa cítrica, a polpa de beterraba, a casca de soja e o farelo de trigo. Fontes de fibras solúveis são amplamente utilizadas em dietas de gestação no Brasil, como ferramenta para a saciedade das fêmeas em gestação. Porém, estas fontes, quando não bem selecionadas, representam alto risco de contaminação da dieta por micotoxinas, resultando em problemas reprodutivos. Outro ponto a ser considerado na utilização dessas fibras solúveis é o fato de serem fermentáveis e gerarem um grande incremento calórico nas fêmeas, que já se encontram em ambientes de alto estresse calórico. Repensar a estratégia de utilização de fibras nesta fase, pode ser um ponto importante no caminho para a solução ou minimização deste problema. Teste realizado no IFIP na França, para avaliar o efeito da adição de uma fibra insolúvel (lignocelulose), no consumo de água e na duração do parto com inclusão de fibra de 2% na fase de gestação e 1% na fase de lactação, demonstrou que os animais do grupo de teste consumiram 20% mais água em relação as dietas sem adição de fibras insolúveis e resultaram em um parto de menor duração, visto que as fibras insolúveis melhoram o trânsito intestinal, reduzindo a chance de constipação, que obstruiria o canal do parto. Em resumo, pode se afirmar que a utilização de fibras insolúveis (lignocelulose) se apresenta como uma ferramenta eficaz e segura na saciedade das fêmeas em gestação, sem ocasionar o agravamento do estresse calórico ambiental. Fibra na Lactação de Suínos No Brasil, a maioria das dietas de lactação são baseadas em milho e soja, e normalmente não se utilizam fontes de fibra nessas dietas, visto que as fontes tradicionais como o farelo de trigo e a casca de soja, diminuem a densidade energética e nutricional destas dietas, aspectos tão necessários na fase de lactação. Porém, esta visão da utilização de fibras em dietas para lactação, não se aplica quando se utiliza fontes de fibras não fermentáveis, como a lignocelulose por exemplo, visto que sua inclusão é baixa, com grande efeito principalmente sobre o volume de água ingerido pelas fêmeas na fase de lactação. O aumento da ingestão de água, favorece a ingestão de alimento, resultando em uma maior produção de leite e gerando leitegadas mais pesadas no desmame, menor perda de escore corporal e melhores índices reprodutivos nos partos subsequentes. A maior ingestão de água aumenta a taxa de produção de urina, funcionando desta maneira como fonte de eliminação de calor pelo animal, diminuindo seu estresse calórico. A utilização de fibras insolúveis nas dietas de lactação foi testada na região centro oeste no Brasil, região de altas temperaturas acarretando grande estresse calórico em fêmeas, principalmente na fase de lactação. Foi adicionado 1% de lignocelulose na dieta de lactação resultando em aumento de até 600 gramas do peso dos leitões desmamados. Em resumo pode se afirmar que nas dietas de lactação as fibras insolúveis contribuem com o aumento do consumo de água, redução do estresse calórico, aumento da produção de leite, aumento do peso da leitegada e redução das perdas de escore corporal. Fibra para leitões Nas primeiras semanas de vida dos leitões, a microbiota intestinal é extremamente sensível e, portanto, susceptível a distúrbios como a diarreia. No entanto pode ser modificada e influenciada por intervenções na dietéticas. Selecionar a fonte de fibra adequada é uma maneira de apoiar a saúde da flora intestinal. A lignocelulose é um concentrado de fibra seguro e viável para esse propósito. Com o avanço das tecnologias, hoje é possível encontrar lignocelulose com uma combinação de frações de fibras mais ajustadas à nutrição dos leitões, composta por fibras insolúveis fermentáveis e não fermentáveis, que através de um processo de moagem ultra fina, possibilitam um ganho valioso para suporte às funções fisiológicas do animal. As partículas ultra finas da porção fermentável das fibras possibilitam uma grande superfície de contato para o processo de fermentação por bactérias saprófitas, produtoras de ácidos graxos voláteis (AGVs). Já as partes não fermentáveis desta lignocelulose, estimulam a motilidade intestinal e garantem o peristaltismo intestinal ideal. Isso evita a constipação e a ascensão de bactérias patogênicas no intestino grosso, ambos fatores importantes que ajudam a proteger o leitão da diarreia. Os componentes fermentáveis da alimentação, atingem o intestino grosso e servem como fonte de energia para a microflora, como mencionado acima. As partes fermentáveis da lignocelulose promovem seletivamente os lactobacilos. O ácido lático resultante produzido, inibe patógenos e é metabolizado pelas bactérias firmicutes. As firmicutes metabolizam o ácido lático em ácido butírico, que é reabsorvido pelo animal, levando ao desenvolvimento de efeitos anti- inflamatórios. O ácido butírico é um fator importante para o desenvolvimento intestinal, especialmente para o crescimento de vilosidades no intestino delgado. No intestino grosso, uma mucosa saudável melhora a reabsorção da água, levando à qualidade fecal otimizada. No intestino em desenvolvimento do leitão, ele desempenha um papel importante no apoio à microbiota saudável do intestino grosso. Em resumo conclui-se que o ácido butírico é de especial importância nos leitões, pois o trato digestivo está em um estágio importante de desenvolvimento.

  • Fibra alimentar de alta performance

    Fibra alimentar de alta performance. O termo fibra alimentar descreve constituintes vegetais que não são degradados pelas enzimas dos animal não-ruminantes e, portanto, passam pelo intestino delgado. Pode-se afirmar que a fibra está sendo “redescoberta” na nutrição de animais não ruminantes pelos seus múltiplos benefícios. Em uma perspectiva de eficiência econômica, sustentabilidade e saúde, o manejo da fibra na alimentação de suínos e aves constitui um novo desafio e, ao mesmo tempo, uma oportunidade para aproveitar os seus benefícios. As diferentes fontes de fibra influenciam aspectos chave da digestão, como por exemplo, o tempo de retenção dos alimentos no trato gastrointestinal. Este está condicionado, principalmente, a velocidade e frequência do esvaziamento gástrico e a eficiência das contrações peristálticas do intestino. Tradicionalmente, considera-se que a inclusão de fibra não digerível na dieta, aumenta a velocidade do trânsito. No entanto, alguns estudos não demonstram diferenças na velocidade do trânsito ou demonstram até reduções na velocidade do trânsito a nível de intestino grosso ao incluir fibra não digerível, o que sugere que estes efeitos podem depender do tipo de fibra, do seu nível de inclusão ou ainda de outros fatores. O conceito que a fibra é essencial para a saúde intestinal, motilidade e bem-estar animal é cada vez mais aceito nos dias de hoje. Sendo assim, há dois aspectos sobre as fibras que precisam ser observados e devem ser acompanhados de perto, são eles a solubilidade e a fermentação. As fibras denominadas de “solúveis”, são aquelas que formam gel e portanto aumentam a viscosidade do bolo alimentar, como as gomas e pectinas, as quais promovem aumento do esvaziamento gástrico, bem como do tempo de passagem da digesta. Como exemplos de fibras solúveis podemos citar a polpa cítrica, a polpa de beterraba, a casca de soja e o farelo de trigo. Elas são parcialmente fermentáveis no intestino delgado e portanto aumentam o risco de patógenos. Já as fibras “insolúveis”, como lignina, celulose e hemiceloluse, que são em sua maior parte inertes, não são solúveis em água. Essas por sua vez, diminuem o tempo de passagem da digesta, diminuem a viscosidade da mesma e aumentam os movimentos peristálticos do intestino. Esse tipo de fibra pode ser inerte ou de baixa fermentação. As fibras inertes não interferem na temperatura dos animais, pois tem baixo incremento calórico (energia perdida na forma de calor durante o processo de digestão e metabolismo). Além disso, possuem como característica, a alta capacidade de expansão através da absorção de água, resultando na saciedade dos animais e risco praticamente nulo de contaminação por micotoxinas. as fibras ditas inertes, a mais importante da atualidade é a lignocelulose, que é um concentrado de fibra bruta produzida a partir de diferentes partes de madeira fresca e descascada, as quais são transformadas através de um complexo processo industrial, em uma fibra funcional e que possui 100% de fibra insolúvel de alta qualidade e uma mistura de fibras fermentáveis e não fermentáveis. Estas fibras altamente concentradas, tem uma capacidade de ligação à água de até 800% e podem ajudar a cumprir a recomendação da fibra para animais não ruminantes. Isso resulta em 20% mais de consumo de água, devido ao fato de que a água ligada à lignocelulose está disponível no intestino grosso quando exposta à pressão osmótica (atua como uma esponja) e pode contribuir para uma melhor capacidade de absorção de água pelo animal. Dessa forma o termo lignocelulose é o nome dado a um conjunto de macromoléculas orgânicas complexas constituídas muitas vezes de pectinas, ligninas, hemiceloluse e celuloses, as quais podem estar ligadas ou não entre si. Portanto, ela não pode ser definida como uma substância química única, mas sim uma classe de materiais correlatos, pois apresentam estruturas altamente complexas e de composição variável.

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